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OFERTA FORMATIVA
SUPLEMENTAÇÃO PARA HIPERTROFIA MUSCULAR E TREINO DA FORÇA

 

RESUMO

Desde os tempos antigos que o Homem acredita na influência dos alimentos na sua saúde e desempenho. Na verdade, a história da nutrição desportiva começa quando Eva oferece a maçã a Adão para que este se torne forte como Deus. Essa crença mantêm-se nos dias de hoje e ninguém contesta o papel da alimentação na performance atlética ou simplesmente no aspecto físico, cultivado desde a antiguidade clássica como um modelo de saúde e poder. Mas se há característica que define a espécie humana é a necessidade de se superar. Se os alimentos detêm propriedades quase místicas, então há que decompô-los e usar esses elementos para nossa vantagem. Testículos de carneiro e urina de boi eram comuns entre os atletas Gregos. Esses foram os primórdios da suplementação desportiva, uma disciplina que tem evoluído a um ritmo galopante nas várias vertentes da condição física.

Aumentar a massa muscular (hipertrofia) é hoje não só uma forma de potenciar o rendimento atlético como também um fim em si mesmo. O corpo musculado e definido está instituído como um modelo de perfeição e estatuto explorado ao máximo pela sociedade moderna de consumo. A suplementação para hipertrofia emergiu assim como um nicho de mercado muito lucrativo para a indústria, sedenta em atingir tanto os atletas profissionais como os comuns frequentadores de ginásio. Torna-se então imperativo para um profissional do exercício saber filtrar a propaganda comercial de forma a melhor aconselhar os atletas ao seu encargo. Para tal, necessita de estar munido não só de conceitos essenciais da fisiologia humana e bioquímica metabólica como também de um sentido crítico apurado. Será a suplementação necessária? Quais são de facto as necessidades e prioridades do atleta?

Não é de estranhar que da selvagaria do lucro decorram abusos. A regulamentação dos suplementos alimentares não é suficientemente rígida para defender o consumidor de falsas afirmações, efeitos indesejados ou até da contaminação com substâncias restritas e potencialmente perigosas. Até que ponto os suplementos dietéticos são seguros? 

A individualidade é um dos princípios básicos do treino desportivo, também extensível à nutrição aplicada ao exerício. De um modo mais abrangente, podemos definir grupos com características semelhantes que condicionam a prescrição de um programa de suplementação para hipertrofia. Cabe também ao profissional estar a par dos constrangimentos gerais e particulares de quem o procura para que possa aconselhar de forma consciente e isenta de riscos.

Num mercado inundado de produtos com as mais variadas funções é necessário conhecer as bases científicas de cada um. A ciência têm colocado muitos destes suplementos à prova em condições controladas que permitem retirar conclusões generalizáveis até certo ponto. Sem desprimor do princípio da individualidade. é no conhecimento científico que reside a separação entre os factos e a ficção. E quando falamos em suplementos a fronteira é demasiado ténue.

Palavras-Chave: suplementos alimentares; nutrição desportiva; hipertrofia; proteína; “timing” dos nutrientes

 

CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS

Fundamentos de nutrição e fisiologia: nutrientes e suas funções; necessidades nutricionais; metabolismo; síntese proteica e “turnover”; hipertrofia e hiperplasia

Hormonas no desenvolvimento muscular e influência dietética: insulina; IGF-1; testosterona; hormona do crescimento; prostaglandinas; cortisol

Suplementação para hipertrofia: o papel proteína e necessidades reais; hidratos de carbono; aminoácidos de cadeia ramificada (BCAAs) e o caso particular da leucina; glutamina; creatina; vasodilatadores e o óxido nítrico (NO); ácido araquidónico (o mistério do X-Factor); vitaminas e anti-oxidantes das adaptações ao treino; os efeitos secundários e mitos; e contaminação com agentes dopantes.

O timing dos nutrientes: a “janela de oportunidade” pós-treino; nutrição pré-treino; o sono.

Aplicações práticas e estudos de caso: suplementação em grupos de risco.

 

 

OUTRAS INFORMAÇÕES

- A inscrição no presente formação, está sujeita ao Regulamento da Formação. Deverá ler este regulamento em particular sobre os requisitos da formação, critérios de seriação dos candidatos, e data de formalização da realização da formação.
 

 

 COORDENAÇÃO TÉCNICO-PEDAGÓGICA

- Luis Folgado e Sandro Freitas

 

 

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